domingo, 2 de agosto de 2026

APEC em Moçambique

 Abençoado final de domingo

Estou nos últimos preparativos para a viagem à Moçambique. 

Por favor, interceda para que, “no abrir da minha boca, me seja dada a palavra, para com ousadia tornar conhecido o mistério do evangelho” (Efésios 6.19).

Ore também pelo cuidado do Senhor em todos os deslocamentos que farei, e para que Deus, como só ELE MESMO, sabe e pode fazer, desembarace o caminho e permita que todas as Bíblias de Recursos da APEC, que estarei levando, cheguem ao seu destino sem dificuldades. 

Serão seis malas extras, com 23 quilos cada uma, contendo 62 Bíblias, além de livros que serão utilizados nas conferências que farei em Gaza e Inhambane. 

É um grande desafio, mas confiamos na fidelidade do Senhor. E que todos os frutos sejam tão somente para a glória do Eterno Deus!

Estou imensamente grato ao Senhor pela oportunidade de viajar para Moçambique, onde participarei de reuniões, encontros, palestras e pregações para pastores, obreiros, professores e crianças, em três províncias: Maputo, Gaza e Inhambane.

Pela graça e bondade de Deus, levarei as Bíblias para presentear os 49 missionários da APEC de Moçambique e os 13 missionários da APEC de Angola, que participarão da Conferência Regional da APEC da África Austral, que reunirá obreiros de doze nações desta região do continente africano.

Sairei de Guarulhos (SP) às 1h55 do dia 29 de julho. O voo fará uma escala em Doha, capital do Catar, onde chegarei às 22h15. No dia 30 de julho, à 1h, embarcarei para Maputo, com chegada prevista para as 7h55.

Na capital moçambicana ministrarei na Conferência Regional da APEC da África Austral. As mensagens abordarão os temas “Os Ataques Espirituais às Crianças” e “Chega de Abusos contra as Crianças”.

Na Província de Inhambane, estarei nas cidades de Maxixe e Mambone, ministrando conferências sobre “A Verdade de Deus e a Nova Geração – a batalha pela mente das crianças numa sociedade decadente”.

Na Província de Gaza, estarei com *imensa alegria em Macia*, Distrito de Bilene, falando sobre “Excelência no Cuidado com Crianças – Orientações Bíblicas para quem forma crianças dentro e fora da sala de aula”. *Essa alegria tem uma razão especial*: foi em Macia que, em 2007, a APEC do Brasil realizou o primeiro Instituto de Liderança em solo africano, em língua portuguesa, formando 16 alunos — 11 moçambicanos e 5 angolanos —, muitos dos quais hoje servem como missionários e líderes da APEC. Nesta ocasião estive mais de três meses nesta localidade e dirigia este Instituto.

Obrigado por suas orações e apoio, tão fundamental, para que estes alvos sejam alcançados! 

Há uma frase do Samuel Grandjean, que já ministrou no Congresso Nacional da APEC e que tem 4 (quatro) livros publicados pela APEC, que é inspiradora: *"Somos os espectadores maravilhados das intervenções do Senhor"*

Que assim seja, e que as crianças africanas conheçam e recebam a Cristo Jesus como Seu Senhor e Salvador!

Gilberto Celeti

De volta a Macia, Moçambique. 🇲🇿

Há 19 anos, em 2007, Deus nos permitiu realizar aqui o primeiro *Instituto de Liderança em língua portuguesa na África*. Voltar a este lugar é recordar a fidelidade do Senhor.

Também pude revisitar o poço onde tantas mulheres e crianças ouviram o Evangelho e entregaram suas vidas a Cristo. Hoje ele está desativado, mas a obra de Deus continua viva.

Macia cresceu muito, porém as necessidades espirituais cresceram ainda mais.

Infelizmente, a Conferência Teológica que aconteceria hoje foi impedida pelas autoridades locais. Mais de 100 líderes já estavam reunidos. Se Deus permitir, retornaremos no dia 12 de agosto.

🙏 Peço que orem por Moçambique. O país ocupa a *37ª posição* entre os países onde os cristãos enfrentam maior perseguição.

Uma alegria especial desta viagem foi reencontrar o casal que hoje lidera a APEC na Província de Gaza. Eles se conheceram durante o ministério realizado aqui em 2007. Ver os frutos permanecerem é um presente de Deus.

Muito obrigado por caminhar conosco em oração!

#Moçambique #Missões #Evangelismo #OrePorMoçambique

quinta-feira, 23 de julho de 2026

(Pre)posição em Cristo

 A Bíblia apresenta diversos textos que indicam a nossa identidade. Há também aqueles que o fazem indiretamente. Porque, decisivamente, as Escrituras são o texto que nos coloca dentro delas.

   Aos Efésios há, em 2,11-22, um desses textos de afirmação direta. Inicia com "lembrai-vos". Signfica lembrar do que éramos antes, para reconhecer o que somos agora.

   Não será, talvez, ameno lembrar. Mas é necessário. E se trata da feição bíblica. Isso quer dizer que nem sempre se valoriza, ou se desconhece, ou nem importa.

   Mas começa com 5 indicações do que foi o passado, quer dizer, antes de Cristo, como segue abaixo:

¹¹ "Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas, ¹² naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo". Efésios 2.

   Podemos descrever a condição nova, em Cristo, por indicação inversa do que foi exposto.  Estar sem Cristo foi substituído por estar em Cristo. Não se trata, apenas, de uma sutil substituição de preposições.

    Mas do milagre do batismo em Cristo. Isso mesmo, essa é a palavra. Com Deus e por Deus somente milagre. E este primeiro é que o Espírito Santo nos una a Jesus, na morte e ressurreição dEle (Jesus), para firmar nossa comunhão em Cristo (atente bem nesta preposição).

    Antes separados da comunidade, agora o lugar da comunhão é em (de novo a preposição do milagre) comunidade. Porque a conversão a Cristo, o batismo em Cristo nos torna igreja. Esta é o corpo de Cristo. Signfica dizer comunhão (de novo, observe as preposições) por, com e em Cristo, com Ele, com o Pai, pelo Espírito, e com os demais crentes em Cristo.

    E de estranhos, passamos a ter identidade. Porque passamos a constar como personagens do Livro. As "alianças da promessa" estão elencadas e notificadas na Bíblia.  Éramos estranhos, desconhecendo o que constava nessas Escrituras. Agora inteirados, partícipes pela fé, tornamo-nos o povo do Livro.

    Desesperados. Quem somente acalenta a perspectiva da morte, pode até tentar disfarçar, mas não tem acalanto e, sim, desespero.  Raízes de nossa esperança residem na Pessoa de Jesus. Ele é o lugar, por meio de Sua cruz, de nossa salvação.  Jesus, Autor e Consumador de nossa fé, é a nossa garantia, raiz de nossa esperança, âncora de nossa alma.

¹⁸ "...para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta; ¹⁹ a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu, ²⁰ onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque." Hebreus 6.

    E com Deus no mundo. A situação de desespero configura-se somente, pelo detalhe (e que detalhe!) de se pensar na expressão "sem Deus no mundo". Como, se "No princípio criou Deus os céus e a terra"? Como, absoluto absurdo, estar "sem Deus no mundo".

   Deus dentro.  Trata-se de invocar o nome do Senhor: ¹³ "Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Romanos 10. Mas é (tristemente) natural, no ser humano, rejeitar Deus. No mundo, rejeitando Deus.  Extremo desespero. 

   Mas o que segue, aos Efésios, 2,13-22 expressa com detalhes o que muda tal situação. É necessário, a toda hora, retomar essa memória. E todo o compromisso que ela representa.  Afinal, ser (autêntico) cristão, que natureza, alcance e profundidade de compromisso representa?

    E é essa a oração de Paulo para que compreendamos:

¹⁴ "Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai [...] ¹⁸ a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade ¹⁹ e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus." Efésios 3.

sábado, 18 de julho de 2026

O Salmo da alegria - Salmo 1 - Parte 1

 Um Salmo da alegria.  Dizia-se que Aristóteles, filósofo e preceptor privado de Alexandre, o Grande, da Macedônia, a partir de 343 a. C., que espalhou pelo mundo a cultura grega, provocando a primeira globalização da história, conhecida como helenismo, esse filósofo afirmava que o objetivo da filosofia é a felicidade.

   Embora não fosse exatamente essa a afirmação desse filósofo, a filosofia referia a vida humana, ponderando suas escolhas e ações, visando precipuamente a felicidade. Duas correntes filosóficas, epicurismo e o estoicismo, com ênfases diferentes em sua abordagem, são decorrentes dessa ideia de escolhas e posturas, diante da vida, visando o bem-estar e a felicidade.

    O Salmo 1 menciona exatamente atitudes de escolhas acertadas que produzem felicidade. O homem (ou mulher) postos em evidência neste Salmo fazem escolhas certas. Estão diante do que a vida externa, no contexto social das influências, pode oferecer.  Então é posta, diante deles uma opção que orienta a correta seleção do que é bom e confere toda a alegria.

   Começa com uma expressão que, no hebraico, pode ser traduzida como um título: "Toda a alegria do homem (ou da mulher)". E, com a continuidade do texto, vem então: "Toda a felicidade ou alegria do homem/mulher está em que ou é que ou quando", e vem então a exposição do que o Salmo adverte.

   Pode ser considerado um Salmo de Sabedoria, em função de sua personalidade de prescrição, anônimo e muito provavelmente posto ou até mesmo composto para figurar neste início do Saltério, como advertência a que a todo o conjunto dos Salmos fosse concedida sua real importância.

   Seguem-se três "nãos". A escolha correta para a alegria plena reside em não admitir três círculos de influência negativa, que corrompe, sendo necessário a quem acolher para si mesmo este conselho, não permitir que, gradualmente, caminhe para o desvio danoso dessa escola do mal.

     Mesmo em português, percebe-se claramente que os verbos "andar", deter-se" e "assentar-se" implica uma progressão fatal, no caso da denúncia deste Salmo. E três são os círculos de influência, caracterizados por seus membros que, tanto quanto o leitor, transitam pelo mesmo circuito social. Convivem, ao certo, mutuamente atraem-se ou se repelem em sua convivência.

   Esses círculos de influência podem ser ampliados não somente pensando-se nos representantes indicados no Salmo, mas nas influências reinantes, seja no tecido social, como um todo, seja atualmente no poder das mídias digitais ou como prioridades consensuais, porém iníquas reinantes neste século. O salmista vai indicar um contraponto a essas opções.

   As denúncias se referem a 1. "não andar no conselho de ímpios", 2. "não se deter no caminho de pecadores", 3. "não se assentar na roda de escarnecedores". São três modalidades de pessoas que optam, acolhem e praticam o que é danoso, por isso são assim classificadas, e sua influência ou filosofia de vida produzem uma escola de atitudes as quais, caso não sejam evitadas sua aderência e companhia, fatalmente haverá gradação de sua influência.

   Qual seria o antídoto? O salmista vai indicar. 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

De novo os Salmos

  Os Salmos, nas Escrituras, são de autores que falam com Deus ou falam a respeito de Deus. Podemos ler e reler, porque sempre será preservado, ao mesmo tempo que renovado o seu sentido.

    Deus se revela nesses textos. Porque o que conduziu esses homens (e mulheres) a escrever foi o Espírito, que é o único a conhecer o íntimo de Deus.  Os Salmos não dizem tudo, mas dizem muito.

   Aliás, todas as Escrituras falam muito a respeito de Deus.  Mas não dizem tudo a respeito de Deus. E podemos dizer que um dos seus valores são exatamente as inferências sobre Deus.

   Pois os Salmos são exclusivos em suas falas, exatamente por expor Deus em suas linhas poéticas. Poesia tem três elementos em sua composição.

   O significado, o ritmo e a imagem poética compõem, segundo o poeta Ezra Pound, a estrurura de composição do poema. Tecnicamente são, respectivamente, a logopeia, melopeia e fanopeia.

   Significado é aquele expresso em hebraico, a língua original dos Salmos, que chega a nós por muito competentes traduções. O ritmo é aquele da poesia hebraica, à parte da rima, tão íntima do nosso modelo.

   A poesia hebraica lança mão de outros recursos para marcar esse ritmo poético da linguagem como, por exemplo, o paralelismo. E a imagem poética, esta bem típica e associada à cultura da época e contexto social daquele povo.

    Por isso a leitura repetida dos Salmos, tão costumeira e devocionalmente praticada, tem tremendo poder de renovar e recontextualizar sua mensagem. Inclusive há Salmos mais fáceis e frequentemente lidos e entendidos.

   Também outros, às vezes mais extensos, ou de conteúdo mais complicado de ser entendido, outros até mais dramáticos. Porém todos se referem a Deus.

   Há variados gêneros literários, como se fosse a personalidade de cada Salmo. Por exemplo, os que são flagrantemente orações, outros são confissões, alguns históricos, outros régios, há os messiânicos e até os imprecatórios, assim como os mais amenos, de louvor.

    Há subgêneros também, ou aqueles mesclados, reunindo características de dois gêneros diferentes.  A leitura deles muitas vezes coincide com a necessidade específica do leitor.

   Por isso eles são francamente procurados. Talvez seja o Saltério, em meio à coleção de todos os demais livros da Bíblia, aquele mais popular e procurado por razões as mais variadas.

   Esta a razão por que dialogam com o leitor. Qualquer comentário sobre eles muito enriquece a experiência em ler. E devido ao estilo poético, sugerem sobre Deus dimensões de intimidade, acolhimento e consolo.  Vamos a sua leitura. 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Aprendendo com o sofrimento

 Os pais que mais aprenderam. Talvez a lição, assim de chofre, de impacto, sem pedir licença para se impor, é que a realidade é assim.

   Tem data, início, meio e fim, tem cronômetro, enfim, tem história e narrativa. Tem memória. E tem marcas. Mas são marcas ao inverso. Isso também é inesperado.

   Mas previsível. A fé é sempre previsível.  E para ela, não há impossíveis.  Porque por detrás da fé, está Deus. Sem fé, é impossível agradar a Deus. Alguém diria, por que agradar a Deus, se e quando, ainda que a realidade me golpeia?

   Haverá duas realidades, uma da fé e outra, nua e crua, factível, documental? Como sobrepor a realidade da fé a essa? Ora, Deus está distante, longe, invisível, insensível, enfim, alheio.

   Mas a fé ensina que Deus encarnou. E sofreu. Sofreu na sua própria carne, assim como sofreu (e sofre) quando sofremos. Viu então, Deus, meu sofrimento?

   Deus também sofreu pelo Filho. Quando mataram o Filho de Deus.  E a intenção da morte do Filho frequenta meu pecado. E o de cada um. A opção pela condição humana sofrida foi de nossos pais.

   Porque nos ensinaram a fazer a escolha errada. Como num combo, ninguém nos disse que a escolha pelo pecado traria, com ela, o sofrimento.  Fomos enganados.

    Sofrimento que atingiu até o Filho de Deus. Que podia decidir o que não podemos. O Filho sofreu o sofrimento dEle e o nosso. E pôde escolher sofrer por nós, para que nunca mais sofrêssemos.

   O Filho veio para esta vida em que estamos. Sofreu o sofrimento que sofremos. Viveu plenamente esta vida, assumindo o que não era Seu, o quê, o nosso pecado. É um combo.

   Com ele vem a morte. Que começa ainda em vida. O sofrimento é o gosto antecipado da morte. Mas Jesus é vida. A morte não vence. O gosto de Jesus é esse de todas as promessas decorrentes da fé e por fé. 

    O agrado por Deus se resgata na fé e por fé. Agrada crer. Alegra crer. Consola crer. O Consolador está ainda mais perto. O Consolador está dentro.  O Consolador está mais perto do que todo e qualquer sofrimento.

Achar graça diante de Deus

 ⁸ "Porém Noé achou graça diante do Senhor." Gn 6.

³⁷ "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem." Mateus 24.

   Se fosse manchete do que, antes, chamava-se jornal, seria sensasionalista. Mais ou menos deste jeito: JESUS DECLARA-SE PESSIMISTA QUANTO AO FINAL DOS TEMPOS.

   Com o seguinte subtítulo: "Para os que acreditam no 'fim dos tempos', Jesus é um pessimista: previne que, como nos dias de Noé, vai de mal a pior".

   Porque a tendência é focar no destaque negativo. Ou reforçar, com cores ainda mais sombrias, as situações alarmantes. 

   Inegável que Jesus faz uma advertência. E destaca, ainda que não se contentem com isso somente, mas que a maldade humana cresce exponencialmente.

   Supondo-se, por uma espécie de redução ao absurdo, de que Deus (e nem Jesus) existam, como realidade factual, realmente, para atestar que a maldade humana se multiplica, será impossível negar.

   A época de Noé coincide com a narrativa bíblica do dilúvio. O bom senso deste século, pós-moderno, iluminista, era das luzes da razão, desmistificam e negam a história da arca.

   Mas os relatos nomeados científicos, por seu lado, atestam várias eras antigas na formação do planeta, nas quais sucedem invernos brutais, enchentes inomináveis, choques de asteroides, enfim, não seria de todo prudente negar o dilúvio.

  Nem descartar que a arca, ainda que não literal, repreenta um escape que preservou a humanidade daqueles dias. Mas o que menos atrai a percepção é a declaração de que Noé achou graça diante de Deus.

    A história do dilúvio não existe para demonstrar o sadismo divino em destruir a humanidade inteira afogada.  Nem precisa existir Deus:  a humanidade vai dar conta de si mesma por si própria.

    Mas encontrar graça diante de Deus é encontrar a cura para a multiplicação da maldade.  Esta se confirma como a principal característica da condição humana.

   Não se acredite no dilúvio, ou nem em Noé, nem em Deus. Mas a maldade humana é insofismável. A história do dilúvio é a da depressão de Deus.

⁵ "Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; ⁶ então, se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração." Gênesis 6.

   Impossível negar a maldade humana.  Imprescindível achar graça diante de Deus. Essa é a maior oferta. Porque  a humanidade, na pós-modernidade nuclear, pode ser inundada por fogo. E Deus nada terá a ver com isso.